Páginas

20 de dez de 2009

Dez coisas importantes para o Siloé ter harmonia





Não querendo me prolongar demais neste tema, pois muitas explicações sobre o Siloé já foram dadas por mim e outros irmãos do DJC, apenas quero enfatizar que, para alcançar cada vez mais o seu objetivo específico, o Siloé deve ter harmonia.

O mesmo vale para todos os outros momentos ou encontros de oração realizados no DJC. Conversávamos sobre isso eu e o Edmar.

Um encontro de oração com harmonia, como uma boa música, é agradável aos olhos, ao coração e a alma. O pessoal reza, o pessoal mergulha. Um encontro sem harmonia espiritual fica só no “auê”, tem muita zuada, mais experiência de Deus que é bom, passa longe.

Por isso é que se diz: o Siloé deve ter harmonia para favorecer o mergulho na Graça de Deus!

Dez conselhos:

1) Um deve ser o Dirigente do Siloé: o Acompanhante Local ou a pessoa por ele designada, de preferência o Ministro de Oração. E não é bom que toda semana mude de Dirigente, pois prejudica a continuidade.

2) O Dirigente deve ter o carisma de dirigir o conjunto do Siloé com unção e autoridade, a fim de que haja unidade nos diferentes momentos e o mesmo seja um verdadeiro encontro de oração e não um espetáculo de apresentações.

3) Cada um dos outros ministros que vão servir no Siloé, devem ter noção da sua competência específica, e saber como, onde e quando iniciar e parar. O Dirigente tem a ver com tudo no Siloé, mais ele não faz tudo. Outros ministros também devem atuar para que haja riqueza das manifestações carismáticas do Espírito Santo. Por competência específica, Dirigente é Dirigente, não cantor. Por sua vez o ministro de oração não é dirigente nem pregador, e assim por diante.

4) É bom que sejam mais ou menos os mesmos servidores que sirvam no Siloé toda semana, pois isto ajuda a criar espírito de equipe e a continuidade favorece o aperfeiçoamento. Mudar de servidores toda semana prejudica bastante a “qualidade” do Siloé. O Siloé é um reavivamento semanal, então não pode ficar sendo lugar de estágio permanente de novos servidores.

5) Por natureza, os três Apostolados da Bênção, das Artes e da Infraestrutura, junto com o Acompanhante Local ou a pessoa por ele designada para ficar dirigindo, são os que mais atuam no Siloé. Destes destacam-se o dirigente e o Apostolado da Bênção. Já os três Discipulados Específicos dos Jovens, dos Adultos e dos Casais devem zelar mais pela missão de fundar e acompanhar as Fraternidades Cristãs, seguindo à risca os temários de MOPDs, pro pessoal crescer mesmo como discípulos e missionários...

6) Harmonia quer dizer que todos devem ter noção de tempo, do que seja cada momento do Siloé, de entonação da voz, etc.

7) Harmonia pressupõe ambientação e som com qualidade.Para ter harmonia, deve-se ter aquela sabedoria de que se um está ministrando o louvor, seu microfone deve estar mais alto que o dos demais. Depois quando chegar o momento de um outro ministrar uma oração, deve-se rebaixar o volume do que estava ministrando o louvor e aumentar o microfone deste, e assim por diante. E por sua vez, o microfone do Dirigente sempre deve estar mais alto que todos, tendo em vista que precisará intervir ou "costurar" sempre que julgar necessário.

8) Harmonia exige que todos servidores estejam sempre atentos ao comportamento, vestuário, pontualidade, etc

9) Harmonia implica uma coisa a cada momento: animação, que é diferente de louvor; adoração, súplica ao Espírito Santo que é diferente da oração de bênção; ministrar oração com bom senso e unção que é diferente de pregação; pregação querigmática que é diferente de aula; proclamação da Palavra de Deus que é diferente de simples leitura, etc

10) No Siloé deve haver a vivência da fé, abertura e uso dos carismas, a escuta de Deus, o silêncio mistagógico, a parresia, a oração de bênção com poder... Por isso os Servidores também devem ter uma vida de oração pessoal, não podem ficar superlotados com muitos serviços, pois não vão conseguir rezar o seu trabalho de evangelização, etc

Favoreçamos que a cada semana o Siloé seja cada vez mais um mergulho na graça de Deus, com harmonia no Espírito Santo. Então os Servidores devem ser realmente carismáticos na sua missão e experimentados, pois a missão exige.

É claro, vez por outra algum novato tem que começar a estagiar... mas mesmo assim precisa de uma preparação espiritual e metodológica, pra não entrar nesta missão de servir no Siloé só com a “cara” e a boa vontade.

Eu sei que vocês me entendem com tudo o que quero dizer. Por isso que não me preocupo com interpretações erradas!

No Espírito Santo: Parresia! Mistagogia! Harmonia!

Fraternalmente,

Pe. Marcos Oliveira

17 de dez de 2009

Irmanador Discipulado 21




Já está sendo distribuído o Irmanador Discipulado 21, janeiro-março de 2010.

Além das boas formações e informações, o mesmo também possui um roteiro para a realização do Família em Oração, com o tema: Família, plenitude da bênção de Deus.

Este encontro Família em Oração é bom que seja realizado nas casas, em ritmo de missão, como já está virando costume, mas também poderá ser realizado no Siloé e outros momentos da caminhada discipular.

Que todos possam adquirir os seus exemplares para leitura pessoal e venda junto às pessoas que estão orientando no seguimento de Jesus.

Deus abençoe a todos!

Pe. Marcos Oliveira
Acompanhante Geral

13 de dez de 2009

Conteúdo e método. Qual prevalece?




Imagine esta situação:

Sou o pároco de uma grande paróquia que abrange todo o território de um município. Aí, a sede aglomera os principais edifícios de todas as instituições, como hospital, prefeitura, câmara de vereadores, fórum e a própria igreja matriz.

Além da sede urbana, o município tem muitas outras localidades rurais, sendo que algumas já estão organizadas como comunidades cristãs, com suas capelas e pastorais, e outras localidades sequer o pessoal se encontra para fazer suas orações devocionais e muito menos pra Santa Missa. Nessas localidades mais afastadas da vida paroquial, ainda existe um catolicismo popular, alimentado de modo minguado por resquícios de cristandade e programas católicos de rádio e televisão, quando o pessoal ainda os assiste. Na maioria das vezes são os mais idosos que assistem de modo mais demorado, pois os mesmos ecoam na sua longa tradição católica herdada de tempos em que existiam poucos protestantes e menos ideologias relativistas espalhadas na sociedade.

O bom seria uma boa equipe para realizar um trabalho de evangelização mais demorado nessas localidades mais difíceis. Mais nem sempre isto é possível, pois nossos agentes de pastoral, além das pastorais que já assumem na Igreja, possuem muitas outras responsabilidades de cunho pessoal ou profissional. E não adianta a gente se iludir muito, pois entra também a questão do transporte, além de que os missionários leigos com melhores condições pra realizar uma missão eficaz, nem sempre conseguem ficar na mesma função durante muito tempo, pois aparece a necessidade de trabalhar, de casar, ir embora, preparação para o vestibular, cuidado com familiares enfermos, etc.

Isto tudo fica mais difícil quando se trata de ter que ficar indo para outras localidades, pois se um dia dá certo, muitas outras vezes surgirão problemas que vão atrapalhar o “ir e vir...” Olha que estou falando de uma paróquia de um município do interior!

E mesmo que uma boa equipe consiga fazer um bom trabalho de evangelização inicial, toda comunidade precisa de um permanente trabalho pastoral, todos os dias e a vida toda.

Então, o certo é que na grande maioria das vezes, temos que contar mesmo é com os habitantes das localidades, quer sejam católicos realmente evangelizados e preparados ou não, sob o risco de quando conseguirmos enviar uma boa equipe missionária pra lá, os protestantes e/ou outras organizações já terem a muito tempo fincado raízes por lá. Não é novidade ver em muitas localidades rurais, e bairros de grandes metrópoles, já um bom número de protestantes, com templo erguido e tudo, e nada de presença mais visível e atuante da Igreja Católica.

Pois bem, vou celebrar missa numa comunidade rural. Falo, falo e falo de participação, etc... pro pessoal assumir os cânticos, fazer a leitura, na esperança de que a celebração periódica com o padre vá suscitando novas pastorais, etc Mais aí levo pra dita comunidade uma equipe de cântico e leitores da sede. Cantam bonito, fazem leituras bem feitas, se precso for ainda arrumam a própria mesa do altar e depois voltam comigo. A missa foi bonita e toda conforme as rubricas. Faço isso uma vez, duas... e quantas vezes for necessário. Mais na comunidade não fica ninguém pra levar adiante quando o padre não estiver lá. O pessoal da sede faz, então acaba dando a sensação de que não falta nada, tudo está andando “direitim”.

Porém, por mais que o conteúdo seja participação e co-responsabilidade de todos, o método que está sendo utilizado, o caminho que está sendo seguido, é o de levar uma equipe da sede, pois o pessoal não sabe e nunca saberá ajudar na Igreja.

Se este método permanece inalterado, por mais que se fale que o pessoal da comunidade também pode e tem capacidade para fazer, o sentimento que eles vão ter é que o pessoal da sede é inteligente e eles são incapazes.

Agora, se mesmo com poucas instruções, entrego alguns subsídios básicos, encaminho para a oração e perseverança na Igreja da melhor forma que lhes for possível, manifesto meu sincero apoio de pastor, e deixo que possam ir aprender fazendo... após os nervosismos e erros de início, com o tempo as pessoas da comunidade vão normalmente tomando gosto, vão criando segurança no que estão fazendo, vai se aproximando um e outro, e apesar de algumas perdas de alguns que se cansaram por mil e uma circunstâncias materiais e espirituais que surgem, outros vão perseverando, amadurecendo e vai surgindo naquela localidade uma comunidade cristã com muitos ou poucos agentes de pastoral.

Este método também serve para animar ou manter sempre viva atuante mesmo as comunidades já fundadas em tempos distantes. Com uma ou outra exceção, normalmente este método funciona, é simples, barato e se encaixa na realidade dos nossos leigos, que são a maioria na Igreja e, logicamente, não são padres e nem freiras.

Estou utilizando esta metodologia pastoral aqui na Paróquia de Palmácia, interior do Ceará. Pra não me estender muito, de 12 capelas que aqui encontrei, construímos em 17 novas, entre as que já foram terminadas, outras em fase de construção e dois terrenos já doados. Antes tínhamos setores da paróquia que a muito seque tinha Missa ou alguma organização da Igreja atuante. Quando muito somente devoções isoladas dos próprios moradores. Hoje são setores que têm suas capelas, reunião de comunidade, etc É claro que apenas tivemos a preocupação de formar comunidades nessas localidades. O pessoal vai crescendo aos poucos. Mas desde sempre, temos nos esforçado de não ficar levando gente da sede pra fazer no lugar deles, e lá mesmo desconcentrar os serviços, sempre orientando ou "baixando diretrizes" para que uma pessoa não assuma tudo sozinho, mais sempre que outros possam também ter suas próprias responsabiliadde. isto abre o leque e ventila a comunidade...

Aqui em Palmácia, sem desconsiderar os muitos frutos que colhi semeados por outros antes de mim, vi que o método prevaleceu e produziu mais do que se somente tivesse dado conteúdo e formações, mais utilizasse um caminho contrário.

O método sempre prevalece sobre o conteúdo, pois o caminho que se percorre é na verdade uma aprendizagem feita de um modo mais experimental que intelectual.


No DJC...

No DJC nunca devemos ter só conteúdo, pois nossa missão não é fazer só discípulos, mais também missionários, ou seja, discípulos que também se tornem capazes de pescar e formar novos discípulos, que deppois vão pescar e formar novos discípulos, como Paulo ensinou a Timóteo.

Por isso é tão importante estruturar o DJC de tal forma que haja ministerialidade, que o pessoal possa ir aprender fazendo, que nunca uma pessoa assuma todos os serviços, etc. Às vezes é melhor deixar faltar um serviço no DJC, e o pessoal ver que está faltando mesmo, do que um só fazer de tudo, e deixar a impressão de que não está faltando nada. Isso vai atrofiando a ministerialidade e não deixa de ser uma tentação de satanás, pois atrapalhará bastante a nossa vocação e missão.

E uma vez que tal pessoa assumiu determinada responsabilidade no DJC, quem tem autoridade sobre ela deixar que assuma realmente a sua responsabilidade própria também. Não é salutar alguém ficar fazendo o que outro deveria fazer, pois com o tempo teremos mais ministérios de enfeite do que realmente de evangelização.

Flexibilidade, só na necessidade. E o discernimento é o mapa da caminhada.

Deixemos o pessoal caminhar. Apenas devemos incentivar, convidadar quantas vezes for possível e acompanhar, mais nunca podemos caminhar no lugar de alguém, ou levar alguém nas costas. Cada pessoa deve dizer o seu SIM pra Deus, seja o SIM para acolher a própria salvação, seja o SIM para prestar algum serviço de evangelização.

Evangelização sim. Adulação, não!

Devemos mesmo ministrar bons conteúdos em pregações, formações e publicações, pois a teoria ilumina a prática e gera convicção. Mas sem esquecer o método, o caminho prático para o dia-a-dia: De um lado devemos criar a estrutura da ministerialidade. De outro, deixar a responsabilidade “pesar” nas costas dos mais diferentes servidores, pois é isto que prova e faz crescer, é isto que gera maturidade espiritual e apostólica.

Graça e Paz!

Pe. Marcos Oliveira


Em tempo: Quando ia postar este texto, deparei-me com um outro postado pelo Edmar um pouco antes, no seu blog do Ministério Geral de Desenvolvimento Integral. A Divina Providência fez com que nossos assuntos fossem praticamente o mesmo. Muito bom conferir: Devemos valorizar os que são de casa. Link: http://desenvolvimentointegralgeral.blogspot.com/2009/12/devemos-valorizar-os-que-sao-de-casa.html

10 de dez de 2009

Educar é valorizar




Acho que como eu, muitas outras pessoas poderiam dar o exemplo dos seus pais e avós para agir na difícil tarefa de educar os filhos.

Estava meditando sobre tudo isso nesses dias... O que acho mais bonito é ver filhos bem criados, ao menos colocados no rumo do verdadeiro crescimento e do respeito ao outro. E sempre vejo que eles apenas estão colocando em prática o que receberam em casa.

Às vezes nos perdemos em ideologias e propostas educacionais complexas e esquecemos a simplicidade como nossos pais nos educaram. Apesar de simples, foram eficazes, tendo em vista que, apesar de não sermos perfeitos, somos bons cidadãos, com noção de direitos e deveres, de que a liberdade do outro vale tanto quanto a minha, e com o imperativo ético do grande valor da vida.

Isto, valores!

Nossos pais nos valorizaram não por ficar encobrindo nossos erros, ou porque fizeram de tudo para não nos corrigir. Valorizar alguém é amá-lo e acrescentar-lhe valores. E nossos pais fizeram isso por exemplos e palavras.

Experimentamos que tais valores herdados de nossos pais ficaram implantados no nosso coração e memorizados em nossa cabeça. Cedo ou tarde, nas mais diferentes circunstâncias, eles se tornam virtude e força para o bem, ajudam-nos a evitar o vício ou são o suporte para nos levantar quando caímos, iluminam nossa consciência aonde a lei natural vem e nos direciona ou redireciona nos caminhos da vida.

Esses valores interiorizados no nosso ser até puxam nossas orelhas e nos dão um sadio sentimento de culpa quando de fato erramos e precisamos nos corrigir, sob a pena de nos viciarmos e depois não podermos nos ajeitar mais. Quando uma pessoa não tem valores, ela erra, acostuma-se com o erro, justifica o erro, troca o certo pelo errado, perde a sensibilidade e a indignação ética, e vai se animalizando cada vez mais.

Além do pão material e da moradia, normalmente sem muito luxo por conta da carestia da época, o forte dos nossos pais foi ter nos criado incutindo-nos valores éticos e religiosos. Às vezes tinham até uma certa dureza nas palavras e pouco ternura; às vezes nem cumpriam tudo o que nos ensinavam, mais esforçavam-se por nos valorizar como filhos, acrescentado-nos valores. Afim de que, de filhos, não nos tornássemos delinqüentes, malandros desse ou daquele jeito, irresponsáveis.

É lamentável ver tantos jovens por aí, sem família, e depois sem sociedade, pois quem não aprende a ser filho em casa, também não saberá ser cidadão lá fora; também, quem não aprende o certo em casa, aprende lá fora de um modo errado.

A metodologia educacional simples dos nossos pais era por assim, dizer, doméstica (a educação vem do berço, costume de casa vai à praça), na base dos valores mediante exemplos e palavras, dentro de um horizonte cultural da sociedade que também respeitava a autoridade dos pais e dos professores, e primava pelo valor da religião. Este horizonte cultural também está fragmentado nos dias de hoje...

Quem nasceu primeiro: o ovo ou galinha? A família é o que é hoje por conta da sociedade que temos, ou a sociedade que está aí é uma demonstração de como estão nossas famílias? Diante da impossibilidade de saber o certo, limito-me a falar da realidade das novas gerações e digo que, a princípio, tudo começa em casa e os pais devem primar pela educação doméstica na base dos valores, mediante exemplos e palavras.

Educar é valorizar!

Pe. Marcos Oliveira

9 de dez de 2009

DJC - Disciplina Comum 2010





Organismo: Discipulado de Jesus Cristo


Vínculo: xxx


1) Objetivo geral do DJC
Reavivar e desenvolver integralmente a vida cristã-batismal na perspectiva do seguimento de Jesus Cristo.


2) Objetivo específico: xxx


3) Estratégias
Considerando o Método de Evangelização e Acompanhamento de Discípulos do DJC:
- Zelar pela Identidade DJC a partir dos nossos estatutos.
- Manter a periodicidade das Publicações do Discipulado, com bom conteúdo e senso de metodologia, custos, distribuição logística, uso efetivo nas bases, etc.
- Cultivar toda uma disciplina geral, sobretudo mantendo datas fixas e linguagem interna comum que ajudem a dar referência, pontualidade, articulação, entendendimento e eficácia.
- Ministrar os encontros de aliança, seja por Fraternidade ou sub-fraternidade.
- Realizar bons eventos gerais como o Reavivamento no Espirito Santo e a confraternização Graca e Paz.
- Editar o site e o blog do DJC Geral.
- Favorecer que o Conselho Geral seja o ponto de unidade, irmanação e articulação, na diversidade, comunhão e participação dos diferentes organismos, mas também de garantias para o DJC não fugir da sua Identidade, não sofrer prejuízos humanos, esperituais e materiais.
- Acompanhar os DCAs e Ministros Gerais.

4) Ministerialidade
Considerando a Estrutura Básica do nosso DJC:

Acompanhante Geral: Pe. Marcos Oliveira
Ministra Geral de Reavivamento: Hiléia
Ministro Geral de Desenvolvimento Integral: Edmar
Ministro Geral das Vocações:
Conselheira Geral dos Jovens: Edilma
Conselheiras Gerais dos Adultos: Rizete e Otinha
Conselheiros Gerais dos Casais: Derim e Evanda
Conselheira Geral da Bênção: Leila
Conselheiro Geral das Artes: Helton
Conselheiros Gerais da Infraestrutura: Socorrinha e Luciê


5) Agenda 2010

Janeiro:
24 - Dia de Espiritualidade e Celebração da Aliança, na Casa Graça e Paz

Fevereiro:
08 - Fraternidade de Aliança, 19:00h (vai ser por sub-Fraternidade). Todos possam orar pelo REAVIVAMENTO 2010, reler a introdução do subsídio do Reavivamento, folhear os vários textos e vivências, e desta forma relembrem os aspectos fundamentais do Reavivamento do DJC, se localizem e se preparem de um modo específico para o ministério que vão realizar durante o Reavivamento 2010.
14, 15 e 16 - Reavivamento no Espírito Santo, na Vila Olímpica do Canindezinho

Julho
31 - Confraternização Graça e Paz, na Casa Graça e Paz


Datas fixas que faltam ser agendadas durante o ano:
Primeiras segundas-feiras: Conselho Geral
Segundas segundas-feiras: Fraternidade de Aliança, na Casa Graca e Paz
Terceiras segundas-feiras: Corpo de Apostolado Geral
Quartas segundas-feiras: sub-Fraternidades de Aliança
Quintas segundas-feiras: Adoração

Feliz caminhada Discipular 2010 !

Pe. Marcos Oliveira
Acompanhante Geral

Quem sabe fazer sabe mandar




Os sábios dizem que quem sabe fazer sabe mandar.

Por isso Paulo manda tão bem em Timóteo, no sentido de orientá-lo a exercer com zelo o seu ministério na Igreja a ele confiada. Próprio de quem sabe porque está mandando.

O Apóstolo vai colocando orientação após orientação em 1Tm 4,12-16:

- Procura ser modelo dos fiéis na palavra, na conduta, no amor, na fé, na pureza.

- Dedica-te a ler, exortar e ensinar.

- Não descuides teu carisma pessoal.

- Cuida disso, ocupa-te disso, de modo que todos possam ver teus progressos.

- Vigia tua pessoa e teu ensinamento e sê constante.

- Fazendo isso vos salvareis, tu e teus ouvintes!

Cada exortação do Apóstolo deve ser guardada por nós hoje, sacerdotes convidados neste Ano Sacerdotal a ser fiéis na fidelidade de Cristo, mas também todos aqueles que exercem algum ministério na Igreja.

Graça e Paz!

Pe. Marcos Oliveira

1 de dez de 2009

De geração em geração




Devemos cuidar da natureza pensando nos nossos descendentes, pois nossa consciência ética aponta claramente este imperativo ecológico. Fugir disso signigfica brigar com a própria consciência.

Também, de igual forma, temos um dever com as futuras gerações em outros diferentes níveis igualmente importantes:

Consciência familiar: nossa família será muito do que está sendo semeado agora. Quem semeia vento, colhe tempestade. Os filhos tendem muito a repetir o que aprenderam de seus pais, mesmo quando repugnaram. Filhos de pais violentos com suas mães, mesmo quando sofreram bastante com tais atitudes, tendem muito a ser violentos com suas futuras esposas, etc. Repete-se assim o que se repugnou...

Consciência eclesial: Quem semeia pouco, colhe pouco, já dizia o Apóstolo Paulo... Se somos uma Igreja missionária, é claro que haveremos de crescer em todos os sentidos, tanto qualitativamente como quantitativamente. Jesus queria isso em Mt 28,19: Ide e evangelizai todas os povos(aspecto quantitativo), para que sejam meus discípulos(aspecto qualitativo).

Consciência histórica: O modo como vamos estruturando a sociedade terá muitas consequências no decorrer da história, favorecendo ou não o conjunto da população. Estados Unidos foram colônia de povoamento. Isto favoreceu uma forte identidade nacional exteriorizada num formidável patriotismo e possibilitou ampla reforma agrária e política. No geral, os EUA tornaram-se uma grande democracia com grandes índices de desenvolvimento político, econômico e social. O Brasil e outros países foram colônias de exploração. Enraizaram-se amplas estruturas históricas de latifúndios improdutivos, clientelismo político, subserviência aos poderes extrangeiros, complexo cultural de inferioridade e de rejeição, ditaduras militares e muitos embargos para o verdadeiro crescimento sócio-econômico, apesar de o Brasil, no nosso caso, ser muito rico nas suas reservas naturais.

Consciência axiológica: Os valores subjacentes ao senso comum e à consciência individual são muito importantes também. São eles que criam aquela cosmovisão de sentido na qual as pessoas vão caminhar, se relacionar com Deus, com o próximo, com a natureza e consigo mesmas. Neste sentido, devemos mesmo zelar pelos princípios éticos e valores morais. Cultivando-os, promovendo-os e multiplicando-os por exemplos e palavras, pretendendo desta forma direcionar a evolução da humanidade para a verdadeira humanização na força das virtudes, não para a animalização na fraqueza dos vícios. Progresso na força das virtudes, sim. Pregresso na fraqueza dos vícios, não. Sabe-se que os grandes impérios de outrora começaram a ruir quando foram se rebaixando moral e eticamente. Hoje, somos responsáveis pela manutenção dos valores ante correntes que apregoam o aborto, libertinagem sexual, destruição do matrimônio e da família, sustentadas por ondas de secularismo, relativismo, hedonismo e eugenismo. O homem não é produto do meio. Mas que é muito influenciado pelo mesmo, sim. Por isso, uma cultura de valores, um grupos de pessoas boas tem de tudo para influenciar para a verdadeira realização humana e cristã. O contrário também acontece.

De geração em geração, herdamos mas também promovemos o futuro dos outros, em todos os sentidos. Daí não podermos deixar nossa consciência ético-evangélica apagar, mas cultivá-la cada vez mais com oração, meditação e estudos. Para que seja uma consciência cristã esclarecida. Que sejamos protagonistas do bem, nunca apenas receptáculos ingênuos que simplesmente absorvem e passam adiante, como que um iludido que vai iludindo outros.

De geração em geração, sejamos herdeiros e instrumentos da bênção de Deus!

Pe. Marcos Oliveira