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25 de out de 2012

Agenda da Caminhada Discipular 2013

Já se encontra a venda a Agenda da Caminhada Discipular 2013.

Com nova formatação, feita por Edilma e Leila, a Agenda 2013 está muito bonita e prática. Ela é uma publicação muito importante para nossa organização pessoal e comunitária.

Por tudo que contém, inclusive muitas informações, espaço para Meditação Orante da Palavra de Deus diariamente, folhas para disciplinas e outros anexos, esta Agenda da Caminhada Discipular é uma Publicação do Discipulado obrigatória para todos DCAs e Discípulos Servidores, mas também é muito aconselhada a sua aquisição por parte de todos os demais discípulos que caminham na Obra DJC.

Preço: 15,00.

Falar com Rizete, no Apostolado Geral da Infraestrutura.

O pagamento deve ser feito no ato da encomenda.

Fraternalmente,

Pe. Marcos Oliveira

18 de out de 2012

Encontro de Aliança 22-10-12


 
 

Local: Sedes dos Organismos

 

Hora: 19:00h

 

Ordem de prioridade para participação: DJCs Locais, Específicos Gerais e Missões.

 

Dirigencia: DCA responsável pelo Organismo.

 

Roteiro:

 

19:00h – Oração

Louvor,

Súplica ao Espírito Santo

Palavra de Deus (1Cor 12,29-31)

 

19:30h – Formação

 

Quanto menos DCAs, porém mais formados, melhor para o DJC !?

 

"Ora, vocês são o corpo de Cristo e são membros dele, cada um no seu lugar. Aqueles que Deus estabeleceu na Igreja são, em primeiro lugar, apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres... A seguir vêm os dons dos milagres, das curas, da assistência, da direção e o dom de falar em línguas. Por acaso, são todos apóstolos? Todos profetas? Todos mestres? Todos realizam milagres? Têm todos o dom de curar? Todos falam línguas? Todos as interpretam? Aspirem aos dons mais altos. Aliás, vou indicar para vocês um caminho que ultrapassa a todos". (1Cor 12,29-31)

 

 

Realizo essa reflexão para ajudar, dentro das suas limitações, na caminhada e discernimento do DJC no seu conjunto. Obviamente, as grandes decisões e encaminhamentos são tomados pelo Conselho Geral, órgão supremo de governo do DJC. Todavia, espero que essa reflexão seja um ponto de partida para o direcionamento de algo fundamental dentro da obra: o conjunto dos DCAs e, por tabela, os vocacionados à obra. Essa reflexão se faz, também, tendo como pano de fundo o seguinte: ainda não temos consagrados de aliança. Desta forma, quem garante a caminhada do DJC são os DCAs. Em outra situação essa ponderação, talvez, não precisaria ser realizada.

 

 

Todo e qualquer movimento ou nova comunidade dentro da Igreja Católica sobrevive, acima de tudo, graças a ação do Espírito Santo. Isso é indiscutível, pois se não fosse assim não teríamos realmente Igreja, mas apenas um aglomerado qualquer de pessoas com objetivos e finalidades diversas. Fica mais do que claro que quem mantém toda a estrutura da Igreja é o Espírito Santo. Para embasar a minha reflexão é preciso que isso fique bem claro. Quem manda mesmo é o Espírito Santo. É ele quem dá a cara e substância ao trabalho de evangelização.

 

 

Entretanto, é também verdade que a estrutura de evangelização se mantém graças a participação generosa de muitas pessoas que doam parte (ou totalmente) de suas vidas para que a Palavra de Deus seja anunciada. Essa doação pode vir por meio da dedicação do tempo ou dinheiro e, em muitos casos, dos dois. Sem a ação dessas pessoas a evangelização, tal como a concebemos hoje, se tornaria inviável, pois Deus que tudo pode fazer por meio do Espírito Santo, "quis precisar de cada um de nós".

 

 

Uma terceira verdade que se impõe, a luz da caminhada de toda a Igreja ao longo do tempo e, especialmente no tempo presente, é que é necessário, para o bom êxito da missão evangelizadora, que exista uma espinha dorsal que possa manter todo o restante do corpo em "ordem de batalha". Certamente, cada membro tem sua função específica e imprescindível (1Cor 12,12). No entanto, é a espinha dorsal que forma e concede força ao corpo. Sem ela o restante dos membros não consegue se sustentar e manter o movimento dinâmico e sincronizado necessário á sobrevivência.

 

 

Em assim sendo, o DJC tem que cada vez mais se preocupar com a sua espinha dorsal, sem, obviamente, esquecer-se do restante do corpo, ou seja, dos servidores, membros e participantes. A espinha dorsal do DJC, uma vez que ainda não temos a consagração, são os DCAs. São eles que, por meio da oração e da ação, conseguem manter o corpo todo do DJC de pé. Sem eles, agindo sob a graça do Espírito Santo, tudo desmorona.

 

 

E quando falo em me preocupar mais com a espinha dorsal quero colocar duas reflexões básicas.

 

 

A primeira se refere a formação, cada vez mais aprofundada, dos DCAs que já estão na caminhada. Boa vontade apenas não fala tanto ao mundo de hoje. É preciso dialogar e evangelizar com o mundo moderno. Para tanto, formação cristã, sólida, continuada e sistêmica é essencial. Não se trata da letra pela letra; não é uma formação apenas no sentido de aprender um conteúdo, mas no sentido de adquirir as armas necessárias para a batalha moderna. Isso já estamos fazendo em cada 2ª segunda-feira através das formações que são ministradas. Essa índole formativa deve ser continuada, sem interrupções ou maquiagens, nas 4ª segundas-feiras e, não menos importante, na vida pessoal de cada DCA por meio de leituras do Catecismo da Igreja Católica e de outros bons subsídios católicos, incluindo o Irmanador e os Temários de MOPD.

 

 

A segunda reflexão é que devemos ter mais zelo com a formação de quem está chegando. Na atual turma de vocacionados, dadas as grandes turbulências e indefinições, não foi possível garantir uma formação a contento e mais sólida. Não adianta "tapar o sol com a peneira". Até mesmo a presença física de muitos vocacionados ficou comprometida, seja por questões de ordem particular, profissional e até mesmo política (o que é bem grave).

 

 

A não presença já dificulta o processo de amadurecimento vocacional e formativo. Entretanto, a conjectura do momento salvaguarda tal situação. O que não podemos é repetir, nos anos vindouros, essa situação. Precisamos formar, de maneira mais clara e direta, o conjunto dos vocacionais que, via de regra, poderão vir a ser os novos DCAs, espinhal dorsal do DJC.

 

 

Para isso entendo que precisamos reduzir o número de vocacionados. Quanto menos melhor. O número de membros e servidores, a meu ver, deve ser constantemente aumentado. A pressão sobre esses não pode estar no mesmo patamar dos DCAs, pois corre-se o risco de não ficar ninguém. É preciso caminhar por etapas. Já o número de DCAs, sobretudo na ausência de consagração, não necessariamente precisa ser aumentado.

 

 

Quanto menos DCAs, porém mais formados, melhor para o DJC. O Papa Bento XVI, certa vez, fez uma reflexão importante a cerca do binômio quantidade-qualidade no cristianismo. Os dois devem caminhar juntos. Devemos nos preocupar com um e com outro. Entretanto, o primeiro é fruto imediato do segundo. Caso o segundo fique seriamente comprometido o primeiro não chega nem a existir. O Papa, com outras palavras, dizia que para o conjunto da Igreja é mais importante a existência de cristãos convictos do que muitos cristãos perdidos no tempo e no espaço. Os frutos do primeiro grupo é mais duradouro.

 

 

Essa é a mesma reflexão que fazemos aqui. E a faço porque muita gente dentro do DJC só imagina a Obra de Evangelização funcionando se tiver muita gente. O caminho não é esse. Muitas comunidades, que possuem milhares de membros e atuação nacional e internacional se mantém com cerca de 1.500 consagrados, incluindo consagrados de vida e de aliança. E por que fazem isso? Porque sentiram na pele, ao longo de todos esses anos, que é melhor "um pássaro na mão do que dois ou mais voando". E esses, bem formados, garantem a permanência e revigoramento do carisma da comunidade.

 

 

O DJC, de modo análogo, comparando-se o seu raio de ação, já se encontra nesse patamar. Em termos comparativos, o número de DCA que possuímos já se equipara ao das grandes comunidades. Desta forma, o nosso foco deve estar em aumentar o grau de oração e formação dos que já estão e, acima de tudo, transmitir isso para os que estão chegando.

 

 

Não falo em parar os encontros vocacionados. Particularmente, fico muito preocupado quando a saída adotada, em qualquer instância do DJC, é dar uma parada em algo ou em alguém. Tal atitude denota certa ineficiência nossa. E tal atitude, que se configura como extraordinária na sua essência, não pode se transformar em algo ordinário, pois perde seu objetivo e mística. Por isso, não falo em parar. Falo em reorganização mediante redirecionamento formativo e redução do número de membros. Até mesmo o acompanhamento do processo vocacional, momento decisivo da caminhada, irá melhorar com a redução do número de candidatos.

 

 

Como vimos na exortação de São Paulo aos coríntios é evidente que a espinha dorsal da Igreja eram os apóstolos. Eles vieram em primeiro lugar. Em segundo os profetas e depois os mestres, e assim por diante. Existe uma clara hierarquia. E ela existe não para encher "os primeiros" de orgulho, mas de responsabilidade. Os apóstolos tinham bem claro isso em sua mente. E a sucessão apostólica continua  com os bispos do mundo todo, que permanecem sendo a espinha dorsal da Igreja. O Papa também é "o bispo de Roma".

 

 

Entretanto, para não cair no orgulho, mesmo sendo os primeiros responsáveis pela missão evangelizadora, São Paulo faz uma segunda e importante exortação: "Pelo que vejo, Deus reservou o último lugar para nós que somos apóstolos, como se estivéssemos condenados à morte, porque nos tornamos espetáculo para o mundo, para os anjos e para os homens! Nós somos loucos por causa de Cristo; e vocês, como são prudentes em Cristo! Nós somos fracos, vocês são fortes! Vocês são bem considerados, nós somos desprezados! Até agora passamos fome, sede, frio e maus tratos; não temos lugar certo para morar; e nos esgotamos, trabalhando com nossas próprias mãos. Somos amaldiçoados, e abençoamos; perseguidos, e suportamos; caluniados, e consolamos. Até hoje somos considerados como o lixo do mundo, o esterco do universo". (1Cor 4,9-13)

 

 

Francisco Edmar

MGDI

 

 

20:30h - Caminhada Discipular

 

- Prestação de contas do organismo

 

- Informações, encaminhamentos.

 

21:00h - Oração final/despedida

 
Observação:

Embora esta formação de hoje seja só para os DCAs, seria muito bom que todos Vocacionados pudessem ao menos ler, para tomarem conhecimento dos novos passos e direcionamentos que estamos dando como DJC.

Nos momentos de partilha, nada de rabujice. Tudo deve ser conversado e rezado tendo em vista o bem da Obra DJC, e a irmandade entre todos deve ser sempre conservada.


Fraternalmente,

Pe. Marcos Oliveira

11 de out de 2012

Reunião dos Discípulos Servidores 22 10 12

Local: Sedes dos Organismos

 

Hora: 19:00h

 

Ordem de prioridade para participação: DJCs Locais, Específicos Gerais e Missões.

 

Dirigencia: DCA responsável pelo Organismo.

 

Roteiro:

 

19:00h - Oração (Louvor, Súplica ao Espírito Santo, Palavra de Deus em sintonia com a formação/Meditação)

 

19:30h – Formação (Utilizar o Irmanador Discipulado)

 

20:00h - Informações, encaminhamentos do Organismo

- O Siloé é o nosso encontro de oração semanal, quando todos podem mergulhar na Graça de Deus. E importante todos ajudarem a fazer do mesmo um lugar privilegiado de cura e libertação. Todos podem e devem ajudar, mas os três Apostolados (Da Benção, das Artes e da Infraestrutura) dão o suporte humano e espiritual para o Dirigente do Siloé conduzir o encontro, quando as graças e as bençãos de cura e libertação vão acontecendo no momento ou no decorrer da caminhada.


- Todos os Discípulos Servidores, tendo a frente os DCAs devem estar de prontidão durante todo o Siloé, pois quem forma os discípulos antes de tudo é Deus mesmo no momento de oração e pregação da Palavra. Mas os discípulos servidores sempre em prontidão ajudam esta grande ação de Deus na vida do povo. Nada de discípulo servidor ficar conversando, e muito menos ficar sem postura de oração nos vários momentos do Siloé. Isto é uma contradição performativa, pois não pode atrapalhar quem sempre deve ajudar!!! Os discípulos servidores dos três apostolados estão em ação no Siloé. Mas os discípulos servidores dos três discipulados específicos (jovens, adultos e casais) também devem estar de prontidão, pois somos um só DJC na hora do Siloé.

 

- Quanto ao mais, mãos e coração a obra! O Siloé conduz para as Fraternidades Cristãs. As Fraternidades Cristãs mergulham no Siloé. Por isso o Siloé é o grande reavivamento semanal de todo DJC Local, quando os discípulos vão sendo abençoados, evangelizados, ungidos, curados e libertados permanentemente. Eis a beleza do nosso DJC... Eis a força da caminhada discipular.

 

- Só pode ser discípulo servidor em uma Fraternidade Cristã quem caminha semanalmente no Siloé, pois é aí que o Acompanhante Local acompanha todas as suas ovelhas e orienta todos os discípulos servidores e articuladores!

 

- Nossa Identidade DJC e o MEAD: Nossa identidade é a nossa personalidade. Existimos na Igreja para "ser" e "fazer" discípulos de Jesus. É desta forma que devemos nos manifestar na Igreja e na sociedade. Por isso o Método de Evangelização e Acompanhamento de Discípulos (MEAD) é parte fundamental da nossa Identidade.

 

MEAD: O Siloé é o mergulho semanal na graça de Deus que reaviva a nossa vida cristã-batismal. E as Fraternidades Cristãs, tendo os Temários de MOPDs como referência, são o lugar apropriado para o acolhimento e acompanhamento permanente dos discípulos de Jesus.

 

Siloé após Siloé, Temário de MOPDs após Temário de MOPDs... Desta forma os discípulos de Jesus vão crescendo no decorrer da caminha discipular.

 

Os Conselheiros Gerais devem assessorar o MEAD. E os Acompanhantes, Articuladores e Coordenadores de Fraternidades Cristãs e de Ministérios devem efetivá-lo na prática, com disciplina, unção e as Publicações do Discipulado.

 

Somente desta forma estaremos vivendo a nossa vocação e realizando a nossa missão como DJC na Igreja e na sociedade.

 

- Lembramos humildemente que todos Discípulos Servidores também devem ser contribuintes fiéis e convidarem outras pessoas para também contribuírem financeiramente com o DJC.


- O DCA é co-responsável pelo DJC como um todo. Por isso deve ser muito presente e atuante na caminhada do DJC Local. Embora algumas ausencias possam ser justificadas, não podem ser tantas ao ponto de anular a própria caminhada. Desta forma, também o Vocacionado ao Compromisso de Aliança. Desde já deve estar muito consciente que o seu tempo na vida e missão do DJC não deve ser sobejo, e nem o minimo. O tempo dedicado a Obra DJC deve ser prioridade. Tudo isto é questão de vocação. E toda vocação tem em vista uma missão. Esta missão deve ser abraçada com o amor, o que requer sacrifício, fidelidade, compromisso, engajamento, presença e PRIORIDADE. Tudo isso vale para todos os Discípulos Servidores. Mas vale muito mais ainda para todos DCAs e Vocacionados. Que os DCAs responsáveis pelos DJCs Locais conversem com os demais DCAs, Vocacionados e Discípulos Servidores sobre tudo isso, pois desta forma ajudarão aqueles que estejam meio descomprometidos a entenderem o sentido do compromisso e assumirem pra valer a sua vida e missão dentro do DJC. Nada de rabujice, mas temos que ir conversando, pois somente desta forma vamos direcionando o DJC para sua grande vocação e missao na Igreja. Quanto aos mais, estamos só repetindo essas orientações, pois sobretudo os mais velhos já sabem de tudo isso.

 

21:00h - Oração final/Aniversariantes/Despedida

 

Em tempo:

 

Que se tirem Xerox dessas formações para cada discípulo servidor e os mesmos a recebam de graça. E um investimento do DJC Local naqueles que estão assumindo os ministérios no dia-a-dia e que também são contribuintes fiéis.

 

Só pode participar da reunião dos Discípulos Servidores quem é discípulo servidor. E antes o mesmo deve ser sempre autorizado pelo Acompanhante Local / responsável pelo organismo.

 

Fraternalmente,

 

Pe. Marcos Oliveira