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21 de ago de 2012

Encontro de Aliança 27 08 12





Local: Sedes dos Organismos



Hora: 19:00h



Ordem de prioridade para participação: DJCs Locais, Específicos Gerais e Missões.



Dirigencia: DCA responsável pelo Organismo.



Roteiro:



19:00h - Oração (Louvor, Súplica ao Espírito Santo, Meditação Orante da Palavra de Deus)



19:30h - Formação: Dom da Fé



"Esta é uma arma que vence o mundo: a nossa fé" (1Jo 5,4)



O terceiro carisma das obras é a fé. Dom que o Espírito Santo colocou à nossa disposição para que possamos usufruir da própria onipotência de Deus. A fé é a nossa "energia atômica", capaz de aniquilar todas as forças infernais, é ela que nos desperta para acreditarmos convictamente em algo que não se vê, geralmente, de maneira natural.



Hoje, infelizmente o naturalismo e o ceticismo estão ganhando muito terreno. Hoje, submersos no materialismo e orgulhosos pela própria auto-suficiência os homens creêm que já não mais precisam crer. Creêm somente em si mesmos, nas próprias capacidades, nos seus talentos, no dinheiro, nos seus próprios planos.



Verdade é que na alma do povo ainda há um resíduo de fé, mas trata-se de uma fé tradicional, vaga, confusa, subjetiva e superficial. Não conhece o verdadeiro sentido dos dogmas e da doutrina católica.



A fé um dom de Deus; um raio de luz que parte de Deus para a alma humana, que para vingar deve encontrar um terreno adequado, deve ser aceita de coração e espírito aberto, pois o Espírito Santo não invade corações trancados. "A fé vem da pregação e a pregação é feita por mandato de Cristo" (Rm 10,17).



A crise de fé se verifica no povo cristão e até mesmo entre os seus líderes e pastores. Todas as crises morais têm sua origem na crise da fé.



A fé como virtude



Fé como virtude significa aderir às verdades reveladas por Deus, não pela credibilidade intrínseca dessas verdades, mas pela confiança que depositamos naquele que no-las fez conhecer.



Nos grupos carismáticos vive-se da fé. Após o "batismo no Espírito", os artigos do Credo tornam-se misteriosa e surpreendentemente claros, evidentes e sublimes. Os próprios mistérios já não são comparáveis a muros resistentes contra os quais seria inútil bater a cabeça, mas são como oceanos de luz nos quais se anseia imergir com toda alegria.



Cristo torna-se, pela fé, o centro de sua vida, a alegria transbordante de cada respiro e o objeto predileto dos seus incessantes louvores.



Em tempos que se caracterizam pela revolta e pelo individualismo insubordinado, os carismáticos reafirmaram sua fé na igreja e a submissão incondicional aos seus legítimos representantes. Os carismáticos quase que instintivamente, encaram todos os acontecimentos, grandes e pequenos, alegres e tristes, à luz de Deus, procurando julgá-los sempre sobre o prisma da fé. Seja qual for a circunstância, alegre ou dolorosa, as pessoas carismáticas só têm um comentário a fazer e uma só exclamação a proferir: "Deus seja louvado".



A virtude da fé encerra ainda um outro aspecto que deve ser relevado. A fé não é só adesão às promessas de Cristo. Em outros palavras, fé significa entrega total a Deus e à sua providência. Deus, ao criar-nos preparou um plano relativo a cada um de nós. Como seres conscientes precisamos descobrir o plano, aceitá-lo e colaborar com todas as nossas forças para que ele seja levado a bom termo.



"O justo vive da fé", diz o Apóstolo (Rm 1,17). O que vale dizer que a fé é o termômetro da nossa santidade.



Aquele que tem fé é uma pessoa que vive confiante na providência divina, não se deixa abater pelas dificuldades em meio as necessidades, pois sabe que o Pai que está no céus tudo providenciará e este como o Apóstolo poderá dizer: "sei em quem depositei minha confiança" (2Tm 1,12). E mesmo que tudo se manifeste contrário ao nosso ato de fé, continuamos a crer, sem indagar-nos como, por quais caminhos e meios o Senhor virá ao nosso encontro.



A fé como carisma



A virtude da fé, comum a todos os cristãos, difere do dom da fé, mencionado por Paulo: "a outro é dado o dom da fé" (1Cor 12,9). Este é realmente um dom sobrenatural do Espírito Santo, conferido em circunstancias especiais para dar cumprimento às obras de Deus. É Deus mesmo que, em determinadas circunstâncias, faz com que a pessoa aja da maneira que ele quer. Há determinadas situações em que certas pessoas são revestidas de um poder sobrenatural, tornando-as capazes de ver claramente que Deus revelará o seu poder e sua bondade através de um sinal extraordinário. Em outras palavras o homem de fé percebe em si mesmo e com absoluta certeza, que o Senhor deseja realizar um milagre por meio dele. Ora essa revelação interna leva-o a agir com firmeza e a reagir contra as circunstâncias contrárias, como se ele estivesse vendo agora o que ainda irá acontecer depois.



O homem de fé não crê simplesmente que Deus pode fazer tal prodígio, mas que o fará de fato ou, antes, que ele já o fez. Essa foi, aliás, a atitude do profeta Elias ao fazer descer o fogo sobre o Monte Carmelo. Essa foi também a atitude de Pedro que, sem titubeios, disse ao coxo que se encontrava à porta do templo: "Em nome de Jesus nazareno, levanta-te e anda" (At 3,6). Noutra ocasião, o próprio Pedro ressuscitou o corpo de Tabita dizendo simplesmente: "levanta-te" (At 9,36). Paulo também agiu da mesma maneira quando, colocando-se sobre o corpo de Êutico, o abraçou e gritou para a multidão: "Não vos perturbeis, que ele está vivo".



Concluindo, podemos dizer que o dom da fé é um carisma relacionado com os demais. O dom da fé serve de preparação para usar ou outros, principalmente o dom das curas e o dom dos milagres. Como os demais dons do Espírito, trata-se de um carisma concedido gratuitamente, embora nada nos impeça de pedi-lo, principalmente se a glória de Deus e o bem do corpo místico o exigirem.



O Despertas dos Carismas, Serafino Falvo



20:30h - Caminhada Discipular

- Prestação de contas do organismo

- Informações, encaminhamentos.

- Indicações da Sagrada Congregação da Doutrina da Fe para o Ano da Fé:

“As Associações e os Movimentos eclesiais são convidados a serem promotores de iniciativas específicas, as quais, pela contribuição do próprio carisma e em colaboração com os Pastores locais, sejam inseridas no grande evento do Ano da Fé. As novas Comunidades e os Movimentos eclesiais, de modo criativo e generoso, saberão encontrar os modos mais adequados para oferecer o próprio testemunho de fé ao serviço da Igreja (...) A fé “é companheira de vida, que permite perceber, com um olhar sempre novo, as maravilhas que Deus realiza por nós. Solícita a identificar os sinais dos tempos no hoje da história, a fé obriga cada um de nós a tornar-se sinal vivo da presença do Ressuscitado no mundo”. A fé é um ato pessoal e ao mesmo tempo comunitário: é um dom de Deus que deve ser vivenciado na grande comunhão da Igreja e deve ser comunicado ao mundo. Cada iniciativa para o Ano da Fé quer favorecer a alegre redescoberta e o testemunho renovado da fé. As indicações aqui oferecidas têm o fim de convidar todos os membros da Igreja ao empenho a fim de que este Ano seja a ocasião privilegiada para partilhar aquilo que o cristão tem de mais caro: Cristo Jesus, Redentor do homem, Rei do Universo, “autor e consumador da fé” (Heb 12, 2). (Vaticano, 6 de Janeiro de 2012)



Por isso, nosso DJC vai realizar o Kairós 2012 já no ritmo do Ano da Fé. Será o Kairós Porta Fidei. Importante todos relerem a carta do papa Bento XVI (Porta Fidei) e ficarem por dentro de tudo. E realizar o Kairós no poder da fé. Professar o Credo com solenidade, para que a virtude da fé se enraize em todos discípulos. Clamar com fé carismática por curas e milagres. Invocar as benção de Deus, em Nomde Jesus, e elas serão derramadas abundantemente. Exaltar com festa Jesus Rei do Universo etc



Importante Discípulos Servidores do Apostolado da Benção se prepararem de um modo especial!



O Kairós pode ser realiado no horário do Siloé, mas sem nunca perder a solenidade, pois é a festa do Rei Jesus. Integrar com o advento e o Natal, caso seja lá pro final do ano.



Vamos celebrar com júbilo, a festa do Rei Jesus/ Os homens glória/ As mulheres aleluia/ Vamos celebrar ao Rei!



- Nossa Disciplina Comum e nosso MEAD nunca podem ser atropelados.



21:00h - Oração final/despedida

14 de ago de 2012

Reunião dos Discípulos Servidores 20 08 12

Local: Sedes dos Organismos

Hora: 19:00h

Ordem de prioridade para participação: DJCs Locais, Específicos Gerais e Missões.

Dirigencia: DCA responsável pelo Organismo.

Roteiro:
19:00h - Oração (Louvor, Súplica ao Espírito Santo, Meditação Orante da Palavra de Deus)
19:30h - Formação
Dom do Discernimento dos Espíritos

 
1 – o que é o Discernimento dos Espíritos?

O Discernimento é uma habilidade ou capacidade dada por Deus de se reconhecer a identidade (e muitas vezes, a personalidade e a condição) dos “espíritos” que estão por detrás de diferentes manifestações ou atividades. Este dom, essencial à Igreja, é geralmente concedido aos pastores do rebanho de Deus e aos que estão em posição de guardar e de guiar os Santos.

Como podemos ver na definição acima, esse dom de Deus nos ajuda, portanto, a perceber a origem de uma intuição, de um pensamento, a causa de um comportamento – especialmente quando este se nos apresenta de forma estranha. O discernimento, assim, é um dom “protetor da comunidade e protetor de todos os outros dons”.

Como dom do Espírito, não procede das capacidades simplesmente humanas, nem das deduções científicas que possamos ter adquirido. “O discernimento é intuição pela qual sabemos o que é, verdadeiramente, do Espírito Santo”.

O discernimento, ainda pode ser visto como uma espécie de visão ou sensibilidade; é uma revelação espiritual da operação de diferentes tipos de espíritos numa pessoa ou numa situação; é o meio pelo qual Deus faz os cristãos tomarem consciência do que está acontecendo.

Após todas estas definições, podemos nos perguntar: Qual o benefício esse dom nos traz, ao ser usado de forma adequada? Como usar esse dom?Como foi usado por pessoas, quando viveram em situações complexas em suas vidas? Como proceder a partir da orientação certa, segura que o discernimento lhes deu?

2 – O uso do dom do Discernimento

O Carisma em estudo, nos permite agir de forma correta em um fato ou situação que temos em mãos, no momento. Nos permite identificar a causa dessa situação especial, podendo, assim, nos levar à raiz, ao princípio que a move, que a origina, encaminhando a situação acertada e feliz.

O uso do dom nos ajuda, portanto, a conhecer o espírito, isto é, o princípio animador (anima = o que anima, move, movimenta etc). Com ele (dom), podemos chegar, com facilidade, á origem de uma inspiração e confirmar de onde esta pode vir:

- se provém de Deus (ou de Deus por meio de Seus anjos, os Seus mensageiros);

- se origina da mente humana (a qual pode estar sã, doentia, desequilibrada ou alterada);

- se provém dos espíritos maus (do demônio ou de influências espirituais maléficas).

Para que o uso do dom de discernimento, seja utilizado com cada vez mais eficiência e eficácia e como é um dom do Espírito, deve ser usado à luz da oração (especialmente a oração em línguas, que facilita a nossa mente a perceber a orientação de Deus), com sabedoria (dom, como dissemos, que acompanha o uso de todos os outros dons espirituais), com jejum e em comunhão constante com o Senhor.

O discernimento ajuda-nos, ainda, a distinguir o certo do errado, o verdadeiro do falso, e orienta nossas vidas na fé e doutrina de Jesus Cristo.

3 – Jesus e o Discernimento

Jesus se deixou guiar pelo discernimento em diversas situações de Sua vida pública e em Seu ministério e ao passo que tais situações aconteciam, ensinava aos Seus discípulos a também se deixarem guiar pelo discernimento. Veja alguns exemplos em que Jesus utiliza do discernimento:

Quando Seus oponentes (os escribas) atribuíam à Sua ação a presença de um espírito imundo, afirmando q Ele agia por belzebu, expelindo os demônios, Jesus não ia deixar essa afirmação passar assim no barato, e não deixou mesmo!!! E concluiu com um belo discernimento doutrinal, que eles mesmos não tinham percebido. Ele diz: “Como pode Satanás expulsar a Satanás? Pois, se um reino estiver dividido contra si mesmo, não pode durar” e acrescentou “Mas, se é pelo Espírito de Deus que expulso os demônios, então chegou para vós o reino de Deus”.

Na discussão sobre o cego de nascença, relatada em Jo 9,1ss, Jesus não culpa ninguém pela cegueira, mas discerne como ocasião da manifestação da glória de Deus e o cura.

Nas tentações do deserto, Jesus soube discernir como poderia vencer o maligno, lançando mão do discernimento doutrinal da Palavra de Deus.

É vendo esses exemplos na vida de Jesus – e temos muitos outros -, que os apóstolos e nós vamos aprendendo a usar o dom do discernimento, que nos auxilia nas decisões práticas, nas atitudes concretas que podemos seguir.

Tendo os Apóstolos, vivido ao lado de Jesus por tantos momentos em que Ele usou de discernimento e após o Pentecostes, também eles passaram a utilizar frequentemente o dom. Esta é uma atitude que devemos ter em todos os momentos de nossas vidas, devemos pedir incessantemente pelo dom do discernimento, precisamos praticar o dom do discernimento e assim veremos que muitas situações de nossas vidas serão simples e práticas de se resolver.

4 – A natureza do discernimento

Aponta-se diversas naturezas e tipos de Discernimento que são identificados da seguinte forma:

- O discernimento comum ou bom-senso: este tipo é uma fonte de verdade, por ele podemos chegar a importantes conclusões, com base no que a nossa natureza nos faz intuir. O senso comum é uma fonte de informação de como devem os nos comportar, pensar ou agir de forma adequada. Exemplo: Quando vou a Igreja, sei o modo de me vestir. Não necessito da luz espiritual e interior para saber como me devo vestir e portar num ambiente religioso.

- O discernimento científico: é aquele que provém das conclusões científicas e plenamente certas. Quando estamos doentes, o médico nos auxilia, pelo conhecimento científico que já adquiriu, quer pela ciência que estudou e testou, quer por sua experiência no campo de sua atividade.

- O discernimento doutrinal: trata-se do discernimento que a Palavra de Deus, o magistério da Igreja (em seus documentos), já me oferecem. Por esse conhecimento e verdade, posso caminhar firme na fé, desviando-me do que não é correto segundo Deus e a Igreja.

Por esse discernimento, somos levados a distinguir a voz de Deus de outras vozes que nos queiram confundir.

- O discernimento, como carisma do Espírito Santo: esse carisma ajuda-nos a avaliar as coisas de Deus e deixar de lado as que não provém dEle. Auxiliados por esse dom, podemos emitir juízo sobre a natureza de nossos pensamentos, bem como as atitudes práticas, vendo se estas estão em conformidade com a vontade de Deus. Assim, posso discernir se algo é contrário a vontade de Deus e então evitar.

Até o zelo pelas coisas de Deus deve ser acompanhado pelo dom do discernimento, assim como afirma São Paulo ao falar dos Judeus e suplicar por sua salvação: “Eles têm um zelo por Deus, mas um zelo sem discernimento” . Se nosso zelo espiritual ou doutrinal com as coisas de Deus, não forem acompanhados de discernimento, muitas coisas poderá ser afirmada de forma inadequada ou falsificada.

Fonte: Os Carismas do Espírito Santo

Autor: Pe Isac Isaías Valle


20:30h - Informações, encaminhamentos.

21:00h - Oração final/despedida

11 de ago de 2012

Encontro de Aliança/Vocacional 13 08 12

DCAs e Vocacionados, Graça e Paz!



Lembramos que no próximo dia 13 de agosto teremos nosso Encontro de Aliança em Mucunã. De agora em diante com a participação dos Vocacionados para o Compromisso de Aliança 2013.



Em tempo:



- Cada discípiulo trazer alimentos para a Mesa da Partilha. Ela vai estar pronta no salão logo de manhã. Quem for chegando vai partilhando e todos terão lanche, almoço e jantar a vontade. Entregar a Graziela.



- Quem for dormir na casa da Fraternidade de Aliança, trazer material de uso pessoal e falar com Graziela.



- Quem possuir a Carta do Papa sobre Ano da Fé (Porta Fidei), trazer para o momento de formação.



xxx



Nosso MEAD e nossa Disciplina Comum nunca podem ser atropelados sob o risco de matarmos nossa Identidade DJC, com grande prejuízos para nossa Vida e Missão na Igreja e na sociedade.



Em julho já não tivemos encontro por conta da Confraternização Graça e Paz.



Por isso, agora em agosto, ninguém está dispensado do nosso Encontro de Aliança.



Juntos somos mais. Mesmo distantes, ajudamo-nos uns aos outros quando nos encontramos e rezamos.



A Fraternidade de Aliança é fundamental para o DJC cumprir com a sua missão. Por isso o encontro de aliança sempre deve ser a prioridade das prioridades em toda caminhada discipular.



Até segunda-feira, DCAs e Vocacionados!



Fraternalmente,



Pe. Marcos Oliveira

2 de ago de 2012

Envio dos DCAs 2012


Atendendo as diretrizes do nosso Estatuto, apesar da demora por conta das muitas atividades e também da própria espera pela aprovação final do mesmo Estatuto, estamos enviando todos os DCAs para servirem nas Assistencias e nos diversos Organismos do DJC.



Observações:



1)    O DCA caminha na Fraternidade de Aliança. A mesma se encontra ordinariamente a cada quinze dias. Na segunda segunda-feira são todos DCAs juntos, na casa da Fraternidade de Aliança, em Maracanaú. Na quarta segunda-feira encontram-se separados por sub-Fraternidades de Aliança, tendo como referencia as Assistencias Gerais e os Organismos do DJC.



2)    Nos Encontros de Aliança separados (quartas segundas-feiras), a ordem de prioridade para a participação do DCA é esta: 1º DJC Local, 2º Específico Geral e 3º Missão. Ou seja, se um DCA serve em dois ou três Organismos, a sua participação sempre deve seguir esta ordem de prioridade. Tal ordem também serve para a organização de todos os demais Discípulos Servidores e para a vida e missão do DJC como um todo. A exceção fica para o Acompanhante Geral e DCAs que servem nas Assistencias Gerais, tendo em vista que o ministério dos mesmos exigirá que marquem presença na Obra DJC como um todo, inclusive nas reuniões das segundas-feiras.



3)    O Encontro de Aliança é sempre as 19:00h, na sede do respectivo Organismo. Nas segundas segunda-feiras (todos juntos) é para irmandade, integração, oração, formação, partilha e articulação, sob a dirigência do Acompanhante Geral. Nas quartas segundas-feiras (separados em sub-fraternidades de aliança, por organismos) é para irmandade, oração, formação, partilha, articulação, prestação de contas e encaminhamentos diversos, sob a dirigencia do DCA responsável pelo Organismo.



4)    Graças ao amadurecimento que tivemos via experiência, um DCA só irá servir com exclusividade em uma Assistencia Geral, Específico Geral ou Missão quando houver a garantia de que vai contar com a presença de outros DCAs nas reuniões das segundas-feiras e outros encontros importantes, como momentos de oração profunda, MOPD, encontros de espiritualidade, etc. Ou seja, um DCA nunca pode ficar sozinho, sob o risco de cair no isolamento e prejudicar a sua própria caminhada discipular. Perde o DCA, perde o DJC como um todo!



5)    Todo DCA, além de observar as diretrizes internas do DJC, deverá considerar e obedecer tudo o que a Santa Mãe Igreja encaminha para os seus filhos nos Dez Mandamentos da Lei de Deus, nos Cinco Mandamentos da Igreja e no Código de Direito Canonico. De tal modo que, todos DCAs nunca podem deixar de celebrar a Eucaristia nos domingos e festas de guarda, confessar-se sempre que necessário ou ao menos uma vez por ano, meditar a Bíblia diariamente, zelar pela sua dignidade humana e cristã e cultivar uma sã devoção mariana.



6) Alguns motivos justificam ausencia de um DCA em alguma reunião, evento ou encontro do DJC. Porém, tais não podem ser tantos ao ponto de anularem a própria caminhada no DJC e, portanto, inviabilizarem a permanencia como DCA. Tudo deve ser conversado com o Acompanhante Geral e respectivos DCAs responsáveis pelos Organismos.



7) Existe um mínimo que se espera de cada DCA e o mesmo deve ser diariamente cultivado, pois em última análise está em questão a nossa vocação e missão como DJC. Sem esquecer de que cada DCA é diretamente responsável pela Obra DJC como um todo. Ser DJC é vocação. E vocação é vida. E amor. Na prática, amor é fidelidade, sacrifício, prioridade e responsabilidade. Se esperamos isto de todos os Discípulos que caminham na Obra, quanto mais de um DCA!!!



São esses os nossos encaminhamentos e orientações de Acompanhante Geral, após a aprovação final do nosso Estatuto.







1 – Fizeram o Primeiro Compromisso de Aliança em 22/01/2012:



Antônia Roberta Brito





Eudenha Vieira Sales





Fabrício Coelho





Francisco César Nogueira Vieira





Iveline Leite de Sousa





José Fábio Oliveira Araújo





José Mauro Garcia da Silva





Maria Daniele Barbosa Pereira





Maria das Dores Feitosa da Silva





Maria de Almada Marques





Maria do Socorro A. Carneiro





Maria Herculano Barroso





Maria Lúcia Soares dos Santos





Paulo Sérgio Tavares Maurício





Raquel Gomes de M. Lima





Terezinha Vieira Sales





Valdenia de Souza Maurício






2 - Renovaram o Compromisso de Aliança em 22/01/2012:





Pe. Marcos Antônio de Oliveira





Andrelina Rosa de Oliveira Souza





Antônio Ferreira de Souza





Antonieta Souza Lima





Aureniza Linhares Gonçalves





Francisca Barbosa de Sousa





Francisco Edmar de Sousa Silva





Francisco Ercílio Ferreira





Francisca Graziela Martins Bezerra





Francisca Lúcia Tavares





Francisco Nogueira da Silva





Francisco Silva Lima





Jaquelândia Barros da Silva





Joênio Mariano da Silva





José Eduardo Fernandes de Oliveira





José Ferreira de Freitas





José Luciê Alves de Freitas





Leila Maria de Sousa Lemos





Lidiane Coelho Gondim





Marlene Costa Ferreira





Maria Edilma Sabóia Santos





Maria Edinelda de Sousa





Maria do Carmo Pereira





Maria Elisane Felipe de Sousa





Maria Evanda Freitas





Maria de Fátima Gondim Braga





Maria de Fátima Santos





Maria Lucicleide Sousa Silva





Maria do Socorro Ribeiro





Maria do Socorro de França dos Santos





Raimunda Lopes de Sousa





Renata Naira de Oliveira





Rizete Marques de Paiva





Roberlândia Maria de Sousa Rodrigues





Sheila Maria Sales de Oliveira





Valdemar da Silva





Zuleide Lima da Silva




3 - Envios dos DCAs 2012 (tendo por base a Celebração da Aliança de Janeiro/12)



A partir dos Envios, os DCAs formam sub-Fraternidades de Aliança, tendo por referencia os serviços dos mesmos nas Assistencias Gerais e Organismos do DJC. Em parenteses temos as respectivas Nomeações daqueles que assumem as Assistencias ou Organismos do DJC.









- Ministério Geral de Acompanhamento:



Pe. Marcos Antonio de Oliveira (Acompanhante Geral)

- Assistência Geral de Reavivamento:













- Assistência Geral de Desenvolvimento Integral:





Francisco Edmar de Sousa (Assistente Geral)





Joênio Mariano da Silva











- Assistência Geral das Vocações:









- Discípulos Comprometidos de Aliança da sub-fraternidade do Apostolado Geral da Bênção





Leila Maria de Sousa Lemos (Conselheira Geral)





Francisco Ercílio Ferreira (vice-Conselheiro Geral)





Maria do Socorro de França dos Santos

- Discípulos Comprometidos de Aliança da sub-fraternidade Apostolado Geral das Artes





Sheila Maria Sales de Oliveira (Conselheira Geral)













- Discípulos Comprometidos de Aliança da sub-fraternidade Apostolado Geral da Infraestrutura





Maria do Socorro Ribeiro (Conselheira Geral) (em licença por tempo indeterminado)





Rizete Marques de Paiva (vice-Conselheira Geral)





Antônia Roberta Brito





Francisca Graziela Martins Bezerra





Iveline Leite de Sousa





Maria Elisane Felipe de Sousa











- Discípulos Comprometidos de Aliança da sub-fraternidade Discipulado Geral de Jovens





Maria Edilma Sabóia Santos (Conselheira Geral)





José Eduardo Fernandes de Oliveira (vice-Conselheiro Geral)











- Discípulos Comprometidos de Aliança da sub-fraternidade Discipulado Geral de Adultos





Renata Naira de Oliveira (Conselheira Geral)





Maria Edinelda de Sousa (Vice-Conselheira Geral)













- Discípulos Comprometidos de Aliança da sub-fraternidade Discipulado Geral de Casais





José Ferreira de Freitas e

Maria Evanda de Freitas (Conselheiros Gerais)





Valdemar da Silva e

Zuleide Lima da Silva (Vice-conselheiros Gerais)













- Discípulos Comprometidos de Aliança da sub-fraternidade DJC Fortaleza





Zuleide Lima da silva (Acompanhante Local)





Valdemar da Silva (Vice-Acompanhante Local)





Antonieta Souza Lima





Aureniza Linhares Gonçalves





Claudia Maria Bezerra de Lima





Francisca Barbosa de Sousa





Francisca Lúcia Tavares Jucá





Francisco Edmar de Sousa





Francisco Ercílio Ferreira





Joênio Mariano da Silva





José Ferreira de Freitas





José Mauro Garcia da Silva





Maria Daniele Barbosa Pereira





Maria das Dores Feitosa da Silva





Maria de Fátima Santos Rodrigues





Maria do Socorro Ribeiro (em licença por tempo indeterminado)





Maria do Socorro Santos de Lima





Maria do Socorro França





Maria Elisane Felipe de Sousa





Maria Evanda de Freitas





Maria Lucicleide de Sousa Silva





Marlene Costa Ferreira





Paulo Sérgio Tavares Maurício





Raimunda Lopes Sousa





Raquel Gomes de M. Lima





Valdenia de Souza Maurício













- Discípulos Comprometidos de Aliança da sub-Fraternidade DJC Cascavel





Leila Maria de Sousa Lemos (Acompanhante Local)





Francisco Silva Lima





José Luciê Alves de Freitas





Lidiane Coelho Gondim





Maria Edilma Sabóia Santos



















- Discípulos Comprometidos de Aliança da sub-fraternidade DJC Palmácia





Maria Edinelda de Sousa Gomes (Acompanhante Local)





Fabrício Coelho





Jaquelândia Barros da Silva





José Eduardo Fernandes de Oliveira





Lourdirene Ananias de Sousa





Roberlândia Maria de Sousa Rodrigues













- Discípulos Comprometidos de Aliança da sub-fraternidade DJC Pacoti





Andrelina Rosa de Oliveira de Souza (Acompanhante Local)





Antonio Ferreira de Souza





Francisca Graziela Martins Bezerra



























- Discípulos Comprometidos de Aliança da sub-fraternidade DJC Antonio Bezerra





Pe. Marcos Antonio de Oliveira (Acompanhante Local)





Antônia Roberta Brito





Eudenha Vieira Sales





Francisco César Nogueira Vieira





Iveline Leite de Sousa





José Fábio Oliveira Araújo





Maria de Almada Marques





Maria do Socorro A. Carneiro





Maria Herculano Barroso





Maria Lúcia Soares dos Santos





Renata Naira de Oliveira





Terezinha Vieira Sales















- Discípulos Comprometidos de Aliança da sub-fraternidade DJC Manoel Sátiro





Maria de Fátima Gondim Braga (Acompanhante Local)





Francisco Nogueira da Silva





Maria do Carmo Pereira





Rizete Marques de Paiva









- Discípulos Comprometidos de Aliança da Missão Graça e Paz



Antonio Ferreira de Souza (Acompanhante)





Jaquelândia Barros da Silva





José Eduardo Fernandes de Oliveira



xxx









Graça e Paz!



Fraternalmente,







Pe. Marcos Antonio de Oliveira

Acompanhante Geral




Fortaleza, 29 de julho de 2012